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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Transplantes - POLÍTICA DE ESTADO e não de Governo!

Nossas Vidas nas mãos de Administradores Temporários e Politiqueiros

Como todos nós brasileiros sentimos na pele, de um modo geral as políticas públicas brasileiras são um desastre.
É só ler jornais, ouvir rádios e assistir televisão que cansamos de nos abater de tanta catástofres mostradas. E aí o que provoca muita indignação:
um bando de "autoridades" transferindo responsabilidades para terceiros. Dizendo estar empenhado em resolver as questões que estão matando nossa gente, que os seus antecessores nada fizeram nessa direção etc,etc,etc. Especificamente no caso do Rio de Janeiro/Niterói penso que cada autoridade que concedeu entrevista ( prefeito, governador, presidente, etc...) ao encerrá-la deveria ir algemada para a cadeia. Prisão perpétua.

  Assim ocorre com milhares de brasileiros que não conseguem ter suas vidas salvas por absoluta ausência de politicas públicas voltadas para a saúde, além da total incompetência dos gestores do sistema. Os que se julgam capazes e até mesmo incompreendidos pecam, pelo menos, por omissão.

Nossas vidas nas mãos de Profissionais Humanitários e Humanos
 O Hospital Santa Isabel de Blumenau demonstra para o Brasil e para o mundo que havendo vontade, capacidade e visão do homem como ser integral (físico e espiritual) os transplantes acontecem. Ressalte-se evidentemente o excelente trabalho desenvolvido pela Central de Transplantes de Santa Catarina.
Não é o caso de citar nomes, uma vez que todos os envolvidos neste setor são ótimos profissionais e maravilhosos seres humanos.

É fácil. Santa Catarina dá a lição e o Brasil copia o modelo! Devem ser implementadas e treinadas a maior quantidade de Coordenadorias Hospitalares possíveis.
É fácil. São Paulo tem um excelente Sistema de Informações em Transplantes e o Brasil copia o modelo!
É fácil...

E  que torne-se Política de Estado.

Para concluir quero deixar registrado que eu estava terminal em Curitiba e transferi-me para a fila de Santa Catarina. Estou vivo porque uma semana após, saí de um hospital curitibano e fui direto para o HSI onde recebi o enxerto de um fígado novo e sadio! Assim fica registrado que se estivesse ficado em Curitiba, onde a Central de Transplantes, não funciona, pelo menos para o caso de fígado, eu estaria fazendo essa manifestação do Além...

 Martin Roeder
Conselheiro do Grupo Hércules
Engenheiro Civil
Professor da UFPAR
Extensa carreira de Eng. nos
Setores Público, Privado e Terceiro Setor 

domingo, 24 de janeiro de 2010

Santa Isabel cita Grupo Hércules - Transplantes

TRANSPLANTES

Data: 22/01/2010

Volume de transplantes do Santa Isabel cresceu 14% em 2009.

A cada ano que passa, o Serviço de Medicina dos Transplantes do Hospital Santa Isabel vem comemorando marcas mais surpreendentes. De 2008 para 2009 o volume total de implantes de órgãos cresceu 12,7%, passando de 133 para 150 transplantes no ano. Os números eram elevados, mas a equipe de transplantes do hospital continuou trabalhando firme para ajudar ainda mais. Com apoio da comunidade catarinense, da imprensa, do Grupo Hércules, da Associação Renal Vida e da Central de Transplantes de Santa Catarina (SC Transplantes), muito se divulgou o trabalho realizado em Blumenau, demonstrando para a população que as doações dão resultado.

Foi esta união que tornou possível chegar a mais uma marca histórica. De acordo com o balanço final de 2009, o hospital transplantou um total de 171 órgãos neste período, o que representa um crescimento de 14% em relação ao ano anterior. Foram 97 transplantes hepáticos, 68 renais, e 6 de pâncreas, oferecendo uma nova vida a mais de cem pessoas. Enquanto os transplantes de fígado se consolidaram em primeiro lugar em números absolutos, proporcionalmente, o maior crescimento foi nos transplantes pancreáticos, com 50% de acréscimo em relação ao ano anterior. Os transplantes de rins também tiveram uma grande evolução, com 26% de crescimento no período. Para o urologista e coordenador do Serviço de Medicina dos Transplantes do hospital, Dr. José Carlos Arenhart, o crescimento no índice de doações por milhão de habitantes é um fator significativo nesse processo..

A SC Transplantes também está comemorando o resultado de 2009. Se o Estado já era líder nacional e figurava entre os locais com maior número de doadores de órgãos por milhão de habitantes no mundo, o ano que passou foi um ano de sucesso absoluto. O índice subiu de 16,7 para 20,1 doadores por milhão de habitantes, superando todos os recordes nacionais. Isto demonstra que o modelo adotado no Estado de Santa Catarina tem dado certo, conscientizando a população e treinando os profissionais de forma intensiva.

A formação dos profissionais das equipes multidisciplinares que atuam com transplantes também é uma preocupação grande do Hospital Santa Isabel, que em meados de 2008 criou uma Especialização em Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes em parceria com a Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), sendo o primeiro curso da área em toda a Região Sul do país.